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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

“Terminator: The Sarah Connor Chronicles” – 1ª temporada comentada


Por mais que a 1ª temporada de Terminator: The Sarah Connor Chronicles tenha sido muito boa, ela podia ter sido melhor.

A temporada, além de estabelecer um ritmo que os episódios irão ter também ajuda o espectador a se familiarizar com os conceitos de viagem no tempo, já que nem todos assistiram aos filmes (por incrível que pareça). Girando em torno da criação da Skynet, Sarah (Lena Headey), John (Thomas Dekker) e Cameron (Summer Glau) precisam impedir que o “Turco” torne-se a peça chave para o dia do julgamento, entre outras ameaças que farão com que o futuro seja bem sombrio.

Obviamente, o desenvolvimento da trama e dos personagens foram prejudicados pelo fato de ter sido uma temporada curta, um bom exemplo de personagem prejudicado é o agente do FBI Ellison (Richard T. Jones), que tinha uma história interessante, mas apagada.

Summer Glau dá um show interpretando Cameron, se tem um personagem que é o mais difícil de representar é um robô, Garret Dillahunt não teve a mesma sorte pois seu Cromartie, além de não ameaçar ninguém, é cheio de caras e bocas.

Outro exemplo de má construção de personagem é John, que começou a temporada com um desenvolvimento legal, mas depois virou um pé no saco, tanto que seu desenvolvimento entrou em contradição com o desenvolvimento do John Connor dos filmes. No segundo filme (Terminator 2: Judgment Day) John é forte é corajoso, do tipo que não se abala, só que na série ele é um fresco e chato, mas, a segunda mulher do elenco salva a pátria.

Por mais que Lena Headey não tenha o carisma de Linda Hamilton (atriz que viveu Sarah Connor nos filmes), consegue fazer de Sarah uma mãe rígida, que não deixa transparecer isso a menos que julgue necessário.

Por mais que a temporada tenha sido meio fraca, não conseguiu ser pior que a 3ª de Heroes, ainda bem!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

"Terminator: The Sarah Connor Crhonicles" - 1x09: 'What He Beheld (Season Finale)'


Este é o ultimo episódio de Terminator: The Sarah Connor Chronicles que irei comentar aqui no Série Comentada (ainda não sei se vou falar sobre a 2ª temporada). O final da 1ª temporada foi bom, mas podia ser melhor.

Sarah (Lena Headey) continua na luta para conseguir encontrar o “Turco” e começa a negociar com quem o possui. Ellison (Richard T. Jones) começa a acreditar em Sarah, logo que se vê em uma situação em que seu conceito de o que é normal passa a ser desafiado.

Para enfatizar o que acabei de dizer sobre Ellison, do nada ele se torna um religioso para tentar um confronto entre o que está acontecendo e suas crenças, o que seria muito interessante, se seu personagem tivesse sido mais explorado.

John (Thomas Dekker) continua fresco, ficando emburrado ao acreditar que a mãe esqueceu-se do seu aniversário. O que funciona apenas para exaltar o fato de que John vê em Sarah uma professora, e não uma mãe.

A cena do ataque do FBI a Cromartie (Garret Dillahunt) foi muito bem feita, mesmo sendo prejudicada por não mostrar o ataque em detalhes, mas acabou funcionando em seu intuito de criar tensão.

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sexta-feira, 24 de julho de 2009

“Terminator: The Sarah Connor Chronicles” – 1x08: ‘Vick’s Chip’


Ao longo dos episódios, descobrimos que muitos exterminadores foram enviados ao passado com missões especificas, não apenas para impedir John (Thomas Dekker) de se tornar líder da resistência contra as maquinas, quando um exterminador chamado Vick é destruído, Cameron (Summer Glau) guarda em segredo o chip deste, contendo a memória visual e informações sobre a missão do qual Vick foi designado.

John, com seus conhecimentos em tecnologia, decide explorar o conteúdo do chip, que leva Sarah (Lena Headey) e Derek (Brian Austin Green) a uma possível ameaça que criará a Skynet no futuro: um sistema de controle de transito.

O episódio não acrescenta em nada sobre a trama principal (que é sobre o desaparecimento do “Turco”), é o penúltimo episódio da temporada, e um episódio que caminha para lugar nenhum, mas tudo bem, pelo menos serve pra exaltar a fragilidade de John e a paranóia sem sentido de Derek.

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segunda-feira, 6 de julho de 2009

“Terminator: The Sarah Connor Chronicles” – 1x07: ‘The Demon Hand’


No episódio anterior (1x06 – “Dungeons & Dragons”) sabemos que o “Turco” (para saber sobre ele leia 1x03 – “The Turk”) foi roubado, em “The Demon Hand” descobrimos que o responsável pelo roubo dele é uma gangue russa, Cameron (Summer Glau) se aproxima da irmã de um dos membros desta gangue para conseguir informações sobre o paradeiro do “Turco”

O agente do FBI James Ellison (Richard T. Jones) investiga o passado de Sarah (Lena Headey) e encontra o Dr. Silverman, responsável por cuidar dela enquanto estava internada em um hospício. John (Thomas Dekker) encontra gravações da época em que Sarah estava internada, e vê o que ela fez para sair de lá.

John fica chocado ao ver as gravações, além de se sentir excluído da vida da mãe. Sarah sempre procurou proteger e preparar John para seu futuro em que deve ser o líder da resistência contra as maquinas, entretanto, Sarah acaba sendo mais uma tutora do que uma mãe, deixando um vazio na vida de John.

sábado, 30 de maio de 2009

“Terminator: The Sarah Connor Chronicles” – 1x06: ‘Dungeons & Dragons’


Nos episódios anteriores (1x03 – “The Turk” e 1x05 – “Queen’s Gambit”), conhecemos o “Turco” e que ele será a peça chave para a criação da Skynet, para evitar isso, um misterioso lutador da resistência entrou no jogo, em “Dungeons & Dragons” conhecemos quem ele é. 

O “Turco” é roubado, Sarah (Lena Headey), John (Thomas Dekker) e Cameron (Summer Glau) capturam o membro da resistência que citei previamente, seu nome é Derek (Brian Austin Green). Derek é irmão de Kyle (aí entram os filmes para explicar quem ele é), ou seja, Derek é tio de John. O episódio o mostra se lembrando de quando estava na presença do irmão.

No episódio, são reveladas as intenções de Derek, e o caminho que o levou a ser enviado ao passado, mais interessante ainda é que Derek estava acostumado com a guerra que enfrentava, e voltar a conviver com um mundo “onde tudo está em seu devido lugar”, o faz sentir como se tivesse nascido de novo.

domingo, 17 de maio de 2009

“Terminator: The Sarah Connor Chronicles” – 1x05: ‘Queen’s Gambit’


Xadrez. Um jogo de concentração, estratégia e paciência. Algumas pessoas já se aventuraram em campeonatos. Em Terminator: The Sarah Connor Chronicles, conhecemos O Turco (leia 1x03 – “The Turk”, para saber do que se trata) e este supercomputador está em um campeonato de xadrez, o premio: um contrato militar. 

John (Thomas Dekker), Sarah (Lena Headey) e Cameron (Summer Glau) irão fazer de tudo para que Andy, criador do “Turco”, perca este campeonato, mas alguém também está na torcida para que Andy perca, um lutador da resistência enviado ao passado pelo John do futuro.

 John começa a se questionar se ele conseguirá ser um líder no futuro, já que suas atitudes atuais não favorecem a formação da personalidade heróica que assumirá no futuro, em muitos momentos, ele se acovarda (ou é convencido a se acovardar) e depois se arrepende de hesitar.

Essas atitudes de John o transformará no líder em que está destinado a se tornar.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

“Terminator: The Sarah Connor Chronicles” – 1x04: ‘Heavy Metal’


Antes de comentar sobre o 4º episódio de Terminator: The Sarah Connor Chronicles me sinto na obrigação de pedir desculpas pela demora em atualizar o blog, mas vamos ao episódio. 

Obviamente, para se assistir a série é necessário conhecer um pouco dos filmes, a Skynet é a organização que está por trás do Dia do Julgamento Final (ou Apocalipse, se preferir), e Sarah (Lena Headey), Jhon (Thomas Dekker) e Cameron (Summer Glau)  precisam impedir que a Skynet seja criada. Em “Heavy Metal” os três protagonistas tem que evitar que um carregamento de coltan chegue ao seu destino, a futura instalação da Skynet. Coltan é a liga metálica utilizada para se construir os ciborgues que no futuro irão caçar e matar os humanos. 

John percebe que, se no futuro, ele é um herói, então por que não deveria agir como tal? Entretanto, sua vontade em ser o herói torna-se perigosa a partir do momento em que se torna vulnerável e irresponsável, precisando sempre da ajuda da mãe e de Cameron para salvá-lo de alguma enrascada, e se continuar assim, não cumprirá seu destino. 

O roteiro continua bom, o problema é que, acontece algo crucial em relação a criação Skynet, os três vão e resolvem o problema, mas fica só isso, o episódio inteiro para algo que não terá importância na trama.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

“Terminator: The Sarah Connor Chronicles” – 1x03: ‘The Turk’


Como disse no ultimo episódio da série que comentei (1x02 – “Gnothi Seauton”) a série mostra o que os filmes não mostraram, os fãs mais devotos dos filmes devem estar confusos, pois muitas coisas não foram contadas detalhadamente neles. Como a origem da Skynet, organização responsável por criar as maquinas que no futuro escravizarão e exterminarão os humanos.

A partir desse conceito, mostrar a origem da Skynet, foi inserido na serie o “Turco” (The Turk), que é um programa de computador que inicialmente só  joga xadrez, o problema é que o programa é uma espécie de inteligência artificial, que aprende com o tempo. O que significa que o “Turco” será a peça chave para a criação da Skynet, e eis que entra Sarah, John e Cameron para impedir. 

Sarah se relaciona com Andy, o criador do “Turco”, procurando encontrar maiores informações sobre o computador. Entretanto, Sarah se envolve emocionalmente com Andy, fazendo ela reviver os sentimentos que sentia quando tinha uma vida feliz e normal e desperta o desejo de dar a John um futuro que não esteja traçado.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

"Terminator: The Sarah Connor Chronicles" - 1x02: 'Gnothi Seauton'


O piloto de Terminator: The Sarah Connor Chronicles foi fantástico, cheio de efeitos e tudo mais, mas, e depois? Caiu de nível. Ainda continua boa, mas ficou mais dramática, melancólica. Mas muito emocionante.

Sarah e John descobrem que existem Lutadores da Resistência que voltaram no tempo para montar uma espécie de apoio para o futuro. Por falar em futuro, mais detalhes sobre o destino dos personagens são revelados, mas não vou contar para não estragar a surpresa. Sabemos mais sobre as máquinas que Skynet enviou para o passado e por aí vai.

Sarah continua na luta para preparar seu filho para o futuro, mas ela também precisa se preparar pelo seu futuro, afinal, Sarah Connor não estava presente em O Exterminador do Futuro 3 – A Rebelião das Maquinas.

É citado no episódio sobre o 11 de Setembro. E ainda sobre o amadureci-mento de John Connor, Cameron (a Exterminadora que falei episódio passado) recebe ordens de John, entretanto, ela recebe ordens do John do futuro, como se falasse de duas pessoas distintas, mas o John do futuro não é o mesmo do passado, ainda não.

O episódio, e a série no geral, mostra o que os filmes não mostraram, o problema é pode existir contradições entre o filme, o que deixa furos no roteiro. Espero que corrijam esses furos até o fim da série, já que dizem que foi cancelada, infelizmente.

segunda-feira, 30 de março de 2009

"Terminator: The Sarah Connor Chronicles" - 1x01: 'Pilot'


Estreando o blog, irei comentar sobre a mais recente novidade do Warner Channel: a série Terminator: The Sarah Connor Chronicles.

A série é um spin-off da série de filmes O Exterminador do Futuro, e se passa entre o segundo e o terceiro filme. Nela, vemos Sarah Connor (Lena Headey) lutando para preparar seu filho, John Connor (Thomas Dekker), para o futuro, um futuro em que John deverá liderar uma resistência na guerra contra as máquinas.

Paralelo a isso, os dois devem fugir dos Exterminadores, máquinas do futuro que foram enviadas ao passado para matar John, além dos Exterminadores, eles tem que fugir da policia, já que Sarah é acusada de assassinato e também de fugir de um hospício.

Mas se você já conhece os filmes não preciso entrar em maiores detalhes. Vamos ao episódio piloto.

O episódio piloto começa com uma tremenda cena de ação, com bombas atômicas explodindo a cidade e um Exterminador dizendo: “O futuro é nosso. E começa agora!”

Ok, o Exterminador não é Arnold Schwarzenegger, Robert Patrick ou Kristanna Loken, mas não podemos castigar a série pelo fato de Schwarzenegger ter preferido virar governador e obeso. Voltando a série, Sarah está noiva e vive uma vida perfeita, entretanto, sua paranóia faz com que ela e John abandonem esta vida. E Sarah estava certa, não é seguro ficar acomodada em um só lugar, principalmente pelo fato de um Exterminador chamado Cromartie (Garret Dillahunt) e um agente do FBI (Richard T. Jones) estarem procurando pelos dois.

Sarah e John não estão sozinhos, pois há uma Exterminadora para protege-los: Cameron (Summer Glau. Nota: Cameron é uma homenagem à James Cameron, diretor dos filmes).

Além da ação, que é ininterrupta, John sofre com o peso de estar destinado a ser um líder, e ele convive com a duvida de que se ele tem a capacidade de liderar. Sarah convive com o fardo de preparar seu filho pra um futuro incerto, pois a cada minuto, o futuro fica mais próximo e o destino da humanidade se torna cada vez mais instável.
Abaixo, você confere os cinco primeiros minutos do episódio piloto: