segunda-feira, 30 de agosto de 2010

“The Big C” – 1x01: ‘Pilot’ e 1x02: ‘Summertime’

Poucas são as produções que conseguem usar o drama do câncer para fazer piada e, quando conseguem, o resultado é catastrófico, quanto à The Big C, a catástrofe em questão passou bem longe dela.

Produzida pela Showtime (responsável pelas ótimas Dexter e United States of Tara), The Big C acompanha Cathy (Laura Linney), uma mãe que vive preocupada com a cor do novo sofá, mas tudo muda quando se descobre com um câncer em fase terminal. E agora, com poucos meses restantes, ela decide dar a volta por cima e segurar as rédeas da situação, dando um jeito no filho (Gabriel Basso) que é o capeta em pessoa, na aluna rebelde (Gabourey Sidibe) que precisa emagrecer e, é claro, no relacionamento turbulento com o marido (Oliver Platt).

Seguindo a linha de United States of Tara, The Big C equilibra humor e drama em doses homeopáticas e certeiras. O assunto em questão é tratado com uma leveza tão grande que você viaja em todo um universo criado pela série.

Mesmo tendo visto apenas dois episódios, a série já figura na minha lista de preferidas e, quem sabe ela apareça na sua lista também.

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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

“Chuck” – A 3ª temporada comentada

Já disse e digo de novo, a 1ª e a 2ª temporada  de Chuck foram horríveis, muitas foram as vezes em que quis desistir da série mas sempre sobrava um resquício de esperança de que tudo melhoraria, depois de muito sofrer e quase ser cancelada, Chuck ganhou uma 3ª temporada e, tipo, nunca tinha visto coisa melhor na TV antes.
                                                   
A verdade é que essas três temporadas podem ser resumidas com apenas uma palavra: evolução. Já falei mil vezes, e falo de novo que esta ultima temporada conseguiu desenvolver seus personagens de forma natural e muito bem amarrada. Quem acreditaria que o Chuck (Zacahry Levi) que conhecemos na 1ª temporada seria capaz de fazer o que fez em “Chuck versus The Nacho Sampler”? Ou que Casey (Adam Baldwin) se tornaria um personagem tão profundo e fascinante?

Enquanto séries como Supernatural dão voltas e mais voltas deixando seus personagens estáticos, cada episódio de Chuck nos presenteava com um elemento a acrescentar na construção dos personagens.

E como não poder esquecer-se de Shaw (Brandon Routh)? O maior vilão que apareceu nestas três temporadas trouxe a tensão para a série. E o núcleo mais dispensável possível da TV conseguiu se tornar menos insuportável: a Buy More exerceu uma função vital para a trama, sendo cenário de muitos acontecimentos.

Tivemos também uma grande participação de Ellie (Sarah Lancaster) e Devon (Ryan McPartlin), não sendo mais o casal de coadjuvantes da seção mamão-com-açucar da série para, em alguns episódios, botar mais lenha na forgueira. Falando em mamão-com-açucar, Chuck e Sarah (Yvonne Strahovski) se acertaram nessa temporada, o que foi bom, acabando com a espera e com aquela enrolação que só faltou criar mofo em volta.

Enfim, a 3ª temporada de Chuck foi uma redenção e nela a série atingiu seu ápice, sabendo evoluir os personagens com competência e amarrando bem as pontas soltas. Bem que algumas séries podiam ser desse jeito...

A 4ª temporada de Chuck estréia dia 20 de setembro nos EUA. Enquanto ela não vem ficamos com a melhor banda de Burbank: Jeffster!!





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quarta-feira, 14 de julho de 2010

“Glee” – 1ª temporada comentada

Antes de começar, devo dizer que analisar a 1ª temporada de Glee é algo complicado, a verdade é que a série oscilou entre o completamente ruim para o empolgante ao longo de 22 episódios.

Para começar, devo dizer que minhas previsões sobre o futuro da série estavam certas, Glee estourou nas paradas com milhares de CDs vendidos e até uma apresentação para o Presidente Obama. Na tentativa de conseguir público, Glee mandou bem, agora a tentativa de escrever roteiros coerentes...

A temporada foi uma sucessão de coadjuvantes mal explorados que só servem para cantar a nota mais alta, histórias sem nexo e completamente exageradas. Os episódios 6 (“Vitamin D”), 15 (“The Power of Madonna”) e 20 (“Theatrically”) foram desastrosos. Em “Vitamin D”, Terri (Jessalyn Gilsig) se tornar uma enfermeira da noite para o dia é mais forçado que Legendários. No caso de “The Power of Madonna”, do nada uma escola que vive cortando despesas consegue orçamento para uma superprodução que foi o clipe de Sue Sylvester (Jane Lynch) cantando “Vogue”. Já “Theatrically” quer que acreditemos que um diretor em sã consciência proíba uma aluna de se vestir como gótica, mas não vê problema em ver outras alunas se vestirem que nem a Lady GaGa.

Tudo bem que há toda a questão de que Glee não é uma série para se levar a sério, mas isso não significa que precisa ser incoerente e absurdo. Supernatural e True Blood são séries que nunca se levaram a sério, mas sempre foram coerentes em seus episódios.

Como disse antes, ela oscilou entre o ruim e o bom, com relação aos acertos, posso citá-los com apenas um nome: Sue Sylvester. A antagonista com a língua mais afiada da TV, a atuação de Jane Lynch carregou a série nos ombros, cada cena com ela era a certeza de boas risadas. Todos os personagens tiveram seus bons momentos, Emma (Jayma Mays) roubou grande parte das cenas que participou. Kurt (Chris Colfer) e Quinn (Dianna Agron) deram um show nas cenas dramáticas e até Rachel (Lea Michele) roubou a cena em “Laryngitis”.

Apesar de todos os problemas, Glee conquistou muito mais que o suficiente para se firmar na televisão com apenas uma temporada. Por causa disso, já merece aplausos.

Glee retorna com os episódios da 2ª temporada dia 21 de Setembro, e o Série Comentada estará de olho!

sábado, 3 de julho de 2010

“Supernatural” – 5ª temporada comentada

Enquanto muitos falam que a 5ª temporada de Supernatural foi a melhor, eu digo que ela foi a pior.

Vamos recapitular todas as temporadas, a 1ª trouxe o universo em que a série se desenvolverá, a 2ª trouxe os soldados de Azazel que abrirão as portas do inferno, a 3ª trouxe Ruby (Katie Cassidy) e sua carinha de santa, a 4ª temporada da série mostra que Ruby (interpretada na temporada pela péssima Genevieve Cortese) é uma vaca e só queria libertar Lúcifer.

Todas as temporadas anteriores foram a preparação para algo grandioso: o Apocalipse. Tamanha expectativa caiu sobre terra transformando-se ainda em algo grandioso, mas no caso era raiva e tédio.

Esperava que esta 5ª temporada teria muita ação e uma história boa que conseguiria ter fôlego para render uma temporada, mas vi uma tremenda encheção de lingüiça.

Tivemos histórias dispensáveis o suficiente para fazer umas 15 séries sobre elas. Pra que serviu a Paris Hilton no 5º episódio? O menino que é filho de um demônio (6º episódio)? E o bruxo que rejuvenescia as pessoas (7º episódio)? Pra que mostrar uma convenção de fãs de Supernatural (9º episódio)? Ou a história do hospital psiquiátrico (11º episódio)? E muitos outros episódios que não acrescentam nem 1% para a trama da temporada.

Entretanto, as histórias paralelas foram boas, o que aconteceu é que tirou os holofotes que uma história importante como o Apocalipse precisa, deixando-a em segundo plano e, quando o Apocalipse chegou de verdade, pareceu mais apenas um episódio isolado sem importância nenhuma.

Espero que a 6ª temporada seja melhor.


segunda-feira, 28 de junho de 2010

"The Vampire Diaries" - 1ª temporada comentada

A temporada tem 22 episódios, mas antes que o blog fique mais desatualizado que já está, vou partir para o que interessa: os comentários gerais da 1ª temporada de The Vampire Diaries.

 É impossível negar o fato de que The Vampire Diaries só teve o sucesso que teve por causa de toda a moda com os vampiros, mesmo assim, isso não quer dizer que todo o fruto de um hype seja ruim, The Vampire Diaries afirma isso. 


A 1ª temporada da série foi praticamente impecável, com alguns deslizes que não prejudicam em nada a série. Como por exemplo: pra que raios serviu o romancezinho entre Matt (Zach Roerig) e Caroline (Candice Accola)? Ou aquela história da mãe relapsa de Matt? Pra quê aquela história da Lexie (Arielle Kebbel) e do namorado dela (Brandon Quinn)? 
Tudo isso já citado é até perdoável tratando-se de uma temporada de 22 episódios, a história principal precisa ser bem distribuída entre os episódios pra prender a atenção do publico, e todas as tramas paralelas? Ora, eram apenas pra passar o tempo (também conhecido como episódio enche-lingüiça, formula consagrada por Supernatural). Vale lembrar que por mais dispensáveis que elas sejam, as tramas paralelas não são menos interessantes. 

Com relação aos pontos positivos da temporada, eles se resumem a um personagem: Damon (Ian Somerhalder), o sex appeal do personagem funcionou direitinho, já que basta um jeitinho cafajeste para cair no gosto da mulherada. Mas Damon não é apenas um jeito cafajeste, muito menos um rostinho bonito, é um personagem com uma tridimensionalidade que jamais vi em uma série teen, se nos 5 primeiros episódios da temporada ele era o vilão, no (“Haunted”) ele é o herói, voltando à ser o cafajeste e traíra no . É isso, um personagem que oscila entre o bom e o mal, entre o amável e o odiado só poderia cativar o publico que se pergunta: “Qual será a próxima façanha de Damon?”. Ian Somerhalder fez um trabalho incrível ao compor Damon.

 Quem também deu um show foi Nina Dobrev (Elena) e Paul Wesley (Stefan), este segundo provou que eu estava errado, ao dizer que ele era inexpressivo.


 Pior Episódio: 1x11 – “Bloodlines”

Qual é, pra você, o pior e o melhor episódio da 1ª temporada de The Vampire Diaries? Deixe sua opinião nos comentários!