sábado, 13 de novembro de 2010

“The Walking Dead” – 1x02: ‘Guts’


Não há como negar que este segundo episódio de The Walking Dead foi bom, a série manteve a qualidade de roteiro, de desenvolvimento e, principalmente, de zumbis com maquiagens impecáveis.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

“The Vampire Diaries” – 2x08: ‘Rose’


Dica: Não seja um coadjuvante sem importância em The Vampire Diaries, caso contrário, você corre o risco levar um tabefe medonho na cabeça, mesmo assim a cena foi muito louca!

sábado, 30 de outubro de 2010

“Raising Hope” – 1x02 a 1x04


Eu tento evitar ao máximo comentar vários episódios em um só post, mas no caso de Raising Hope, não vejo muito problema, afinal, todos os episódios manteram um nível tão regular que ficaria redundante três posts falando a mesma coisa: Raising Hope é impecável!

sábado, 23 de outubro de 2010

"The Walking Dead" - 1x00: "Pilot (Pre-Air)"

Pois é, parece que os mortos chegaram antes do programado.

Caso você não viva no planeta Terra a série The Walking Dead nem estreou e é a mais comentada desta Fall Season. Agora, se você não sabe sobre o que se trata a série, se mate e faça questão de retornar em forma de zumbi para poder se matar de novo! Mas antes saiba que The Walking Dead é baseada na série de HQs de Robert Kirkman que mostra a luta pela sobrevivência de um grupo de refugiados de um apocalipse zumbi.
 
Oficialmente, a série iria estrear dia 31, mas o Série Comentada teve acesso exclusivo ao episódio piloto e... ok, a verdade é que o episódio vazou, mas vamos fingir por um momento que eu tenho moral o suficiente pra AMC me mandar uma cópia do episódio.

Mesmo estando em qualidade baixa, é impossível falar que o piloto é ruim, por que não é de jeito nenhum, há uma preocupação imensa com os detalhes, a maquiagem dos zumbis está impecável e as sequências são angustiantes, dá pra soltar um “Vixe!” ou um “Nossa!” e no caso de você não ligar para um palavrão, falar um “Agora f*deu!” também vale.
 
Os personagens foram bem explorados, explicando certinho quem é quem e logo percebemos que Shane (John Bernthal) será o personagem irritante da temporada. Pô, o melhor amigo dele morre e acaba tendo um caso com a esposa do amigo, isso não se faz!

Enfim, os zumbis chegaram antes do previsto e, como o episódio termina com um ótimo gancho, percebo que não adiantou nada assistir o piloto antes, afinal minha ansiedade só aumentou. 

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

“The Vampire Diaries” – 2x04: ‘Memory Lane’ e 2x05: ‘Kill or Be Killed’

Dois episódios bons de The Vampire Diaries que apenas desenvolvem seus personagens.

Em “Memory Lane”, Stefan (Paul Wesley) consegue envenenar Katherine (Nina Dobrev) com verbena e tenta tirar informações sobre o porquê de seu retorno à Mystic Falls. Enquanto isso, Damon (Ian Somerhalder) tenta retirar mais informações do titio Lockwood, mas acaba fazendo dele seu mais novo inimigo. No episódio descobrimos que Katherine não é inteiramente a bitch da história,  já que ela voltou mesmo por causa de Stefan.

Em “Kill or Be Killed”, Elena (Nina Dobrev) e Stefan fingem ter uma briga para mostrar que os planos de Katherine estão dando certo ao mesmo tempo em que Stefan tenta convencer o titio Lockwood a não declarar guerra contra os irmãos. Enquanto isso, Jeremy (Steven R. McQueen) e Tyler (Michael Trevino) conversam sobre a maldição dos lobisomens, já que Jeremy descobre o segredo. Vemos também Caroline (Candice Accola) revelando seu segredo para defender Stefan e Damon, já que o titio Lockwood armou para eles serem desmascarados.

E não tivemos Bonnie (Katherina Graham) que está mais chata que Jeremy, ambos os personagens parecem meio que perdidos na história, vagando por entre as cenas e sendo alvo de histórias desinteressantes.

A temporada está boa em si, mas precisam dar logo uma função para Jeremy, Bonnie, Matt (Zach Roerig), Jenna (Sarah Canning) e Alaric (Matt Davis). Nem que seja para serem mortos, não gosto de nenhum deles mesmo.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

“Glee” – 2x03: ‘Grilled Cheesus’

Que mané mancha de detergente na vidraça, a nova moda é rosto de Jesus em pedaço de pão!

Isso mesmo, Finn (Cory Montheith) percebe o rosto de Jesus num pedaço de pão e começa a rezar para o novo santo. Enquanto isso, o pai de Kurt (Chris Colfer) tem um ataque cardíaco e o Clube Glee decide rezar pela saúde dele. O problema em questão é que Kurt não crê em Deus (Ah, tá amarrado) e nega qualquer outro tipo de religião (tá amarrado 3X!!).

E eis que começa uma discussão sobre religião nos corredores da escola. Os membros do Glee começam a interpretar músicas tradicionais da sua religião ou musicas que falam sobre religião e no meio de tudo isso tem ainda a história do pão queimado com a unção do Espírito Santo, aleluia!

Brincadeiras a parte (é pecado falar mal do Cristo Grelhado), é nítido que Glee não se leva a sério, mas achei meio incomoda a discussão de religião na série. Pô, venho de uma família religiosa e até ontem estávamos as voltas com a festa de Nossa Senhora Aparecida, queria no mínimo esquecer um pouco de religião e me concentrar em algo mais descompromissado.

A verdade é que religião sempre foi e sempre vai ser um assunto delicado de se discutir, o episódio trouxe isso com leveza, mostrando que a religião nada mais é do que um apoio para os momentos difíceis. E as histórias que envolvem Kurt e o relacionamento com seu pai sempre foram ótimas, no caso do episódio, foi algo que emocionou.

A parte musical não foi uma das melhores, teve numero musical demais para um episódio que exigia muita carga emocional, acabou tirando o foco. As musicas em si ficaram muito boas (Rachel se superou depois do desastre de “The Only Exception”).

Concluindo, um episódio mediano, poderiam ter mostrado de outro jeito a questão do “como encarar momentos difíceis da vida”, ficou incomodo em alguns momentos.

Mesmo assim, rezemos para que São Cristo Grelhado traga um episódio melhor.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Outras Séries #04 – “$#*t My Dad Says”, “Mike & Molly”, “Modern Family” e “Hawaii Five-0”


Entre $#*t My Dad Says, Mike & Molly, Modern Family e Hawaii Five-0, a série que mais demorou para se encontrar foi  a comédia dos gordinhos, e acho que vai demorar mais tempo.

$#*t My Dad Says – 1x02: “Wi-Fight” e 1x03: “The Truth About Dads & Moms” – Novamente a química entre os personagens é mostrada, Will Shatner ainda continua afiadíssimo e os outros personagens tem seus bons momentos. A série já encontrou seu caminho, mas falta dar uma melhorada, com apenas três episódios, a sitcom já se prendeu a uma formula que impede que a história se desenvolva com naturalidade, algo imprescindível para uma comédia. Afinal, precisa em todo episódio acontecer algo que mostre que Ed é um pai que demonstra afeto de formas não convencionais?

Mike & Molly – 1x02: “First Date” – A fofíssima comédia ainda não engatou, tanto que começou a virar uma comédia pastelão para tentar se firmar. Ela ainda tem seus bons momentos, mas ainda falta muito chão pela frente.

Modern Family – 2x01: “The Old Wagon” e 2x02: “The Kiss” – Modern Family tem um Emmy na bagagem e nem por isso se esforça para ser genial, os personagens são ótimos por natureza.

Hawaii Five-0 – 1x01: “Pilot” e 1x02: “Ohana” – Remake do clássico de 1968, Hawaii Five-0 está sendo considerada uma das melhores estréias da temporada, e não é pra menos, a série tem ótimas cenas de ação e um elenco de tirar o fôlego (ah, Grace Park!). Mas deveriam parar com aquelas cenas de comercial de turismo mostrando as belezas do Havaí, chega uma hora que irrita.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

“The Vampire Diaries” – 2x03: ‘Bad Moon Rising’

A vez dos lobinhos!

Damon (Ian Somerhalder), Elena (Nina Dobrev) e Alaric (Matt Davis) partem em viagem até a faculdade onde está a pesquisa que Isobel fez anos atrás, antes de virar vampira, a fim de encontrar informações sobre o que é Tyler (Michael Trevino) e a família Lockwood. Enquanto isso Stefan continua a ajudar Caroline (Candice Accola) a se adaptar a sua nova condição.

E é em “Bad Moon Rising” que aquela história desinteressante dos lobinhos toma forma e fica boa (not! Mas pelo menos tem alguma utilidade), nas pesquisas de Isobel conta-se que os lobisomens podem matar os vampiros com uma mordida. Mas isso não é lá tão interessante quando Elena dá uma de bitch da história pra conseguir informações sobre o passado de Katherine, manipulando o coitado do Damon que só tomou coice desde o primeiro episódio da temporada.

O episódio pode ser resumido apenas pela química que rolou entre os personagens, nunca imaginei que Caroline se daria tão bem com Stefan, ou que Tyler e o titio Lockwood conseguissem carregar o episódio nas costas.

Ah, e por que a Bonnie está tão insuportável? Pô, Bonnie, preferia você na 1ª temporada!

“Glee” – 2x02: ‘Britney/Brittany’

É impossível não comparar esse episódio de Glee com “The Power of Madonna”, a diferença em questão é que “Britney/Brittany” foi melhor.

Desde quando o episódio que homenagearia Britney Spears fui anunciado, tinha a certeza de que ele seria horrível. Bom, horrível ele não foi, mas não quer dizer que foi perfeito, já que a história do namorado de Emma (Jayma Mays) serviu como um bom pretexto para ver os integrantes do Glee Club rebolarem ao som de “Toxic”, “Stronger” e outras músicas da princesinha do pop. Ainda tivemos Rachel (Lea Michele) fazendo Finn (Cory Montheith) escolher  entre ela ou o futebol, uma história muito bem desenvolvida e interessante.

Logicamente, assim como o já citado “The Power of Madonna”, o episódio foi forçado ao máximo para conseguir encaixar as músicas, mas isso é perdoável ao ver músicas tão bem produzidas e cantadas, com exceção de Rachel, que não tem tanta voz para cantar “The Only Exception”, a única musica do episódio que não é da Britney (para aqueles que não vivem no planeta Terra, “The Only Exception” é do Paramore).

Outro ponto positivo do episódio foi Kurt (Chris Colfer) que não soltou aqueles falsetes à La travesti, mas deu um tapa na cara de Will (Matthew Morrison) fazendo o professor pedir conselhos para a sempre sarcástica Sue (Jane Lynch) que acha que o guarda-roupa de Will saiu de Blossom, se tem algo que é certo em todos os episódios são as incríveis sacadas de Sue.

Nunca fui muito fã da Britney, mas Glee sempre me fez gostar de coisas inimagináveis (a versão deles de “Poker Face” está direto na minha playlist), afinal, com uma versão incrível como foi “Toxic”, acho que vou começar a bater nas pessoas com guarda-chuvas...

sábado, 25 de setembro de 2010

Outras Séries #03 – “$#*t My Dad Says”, “My Generation” e “Raising Hope”

Muitas comédias estrearam nessa Fall Season, mas também tivemos espaços para os dramas:

$#*t My Dad Says - 1x01: “Pilot” – Baseado num Best-seller, a sitcom mostra Ed (William Shatner), um pai que não tem papas na língua. E agora que seu filho está morando junto com ele, Ed não deixará passar uma oportunidade sequer para infernizar a vida dele. O episódio piloto dá o tom para a série, ótimo timing e uma boa química entre os personagens.

My Generation – 1x01: “Pilot” – Uma série do qual me identifiquei profundamente, afinal, estou no ultimo ano do Ensino Médio (sim, eu tenho apenas 17 anos). My Generation é um mockumentary (vide Modern Family) que mostra a vida de 9 formandos do Ensino Médio do ano de 2000, e agora, em 2010, eles se reencontram e começam a refletir sobre suas escolhas. O drama começa bem, mas peca por ser muito didático, mostrando algumas decisões dos personagens apenas na narração, ficando tudo mastigado demais. Vamos ver se melhora.

Raising Hope – 1x01: “Pilot” – A nova comédia da FOX mostra Jimmy (Lucas Neff), um adolescente que nunca teve muita coisa na vida, até que ele se apaixona por Lucy, uma fugitiva da policia que é presa e, na cadeia, descobre estar grávida de Jimmy. Agora Jimmy precisa cuidar da filha, com a ajuda de uma família bizarra. O episódio piloto é muito divertido, tendo um tom leve, enfim, uma série pra se assistir com a família.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

“Glee” – 2x01: ‘Audition’

Os perdedores voltaram!

Tenho medo dessa minha empolgação, afinal, foi com ela que comecei a ver a 1ª temporada de Glee, que só decaiu nos episódios seguintes para se redimir a partir do 14º. Mas creio que isso não vai acontecer nessa 2ª temporada que promete fazer o que mais pedi: dar mais destaque aos coadjuvantes.

Will (Matthew Morrison) está à procura de novos integrantes para o Glee Club, obviamente ele não consegue, afinal, ninguém gosta de ser um excluído e toda a ladainha que você já conhece. Mas isso é o menor dos problemas quando a nova treinadora do time de futebol americano ameaça o Glee Club e as intocáveis Cheerios, e eis que Will e Sue (Jane Lynch) se unem para acabar com a treinadora com cara de homem. Enquanto isso, conhecemos Sam (Chord Overstreet), sua boca enorme e a estudante de intercambio Sunshine Corazon (Charice). Ambos cantam perfeitamente, no caso de Sunshine, ela canta tão bem que ameaça o posto de Rachel (Lea Michele). Falando em Rachel, o namoro dela com Finn (Cory Montheith) vai bem.

Ainda temos Tina (Jenna Ushkowitz) se apaixonando por Mike (Harry Shum Jr.) numa colônia asiática, numa cena muito forçada, afinal, quem, com o mínimo de bom senso começaria a dançar sem camisa em frente a um bando de crianças? Tem também a tentativa de Quinn (Diana Agron) de entrar nas Cherrios e Artie (Kevin McHale) tentando conquistar um abdômen sarado para reconquistar Tina.

Como falei antes, o episódio foi ótimo, desenvolvendo um pouco de cada um dos coadjuvantes, trazendo histórias para eles, e nomes também (até hoje não sabia que “o outro asiático” se chamava Mike). Espero que continue assim, dando importância a cada um, aí quem sabe a minha empolgação dure mais do que dois episódios.

PS.: Fui só eu que achei gay estranho Puck (Mark Salling) perguntando pro Sam quantas bolas cabem na boca dele?

Outras Séries #02

Agora com as mais recentes estréias da Fall Season:

Mike & Molly

A sitcom sobre um casal de gordinhos que tentam de tudo para emagrecer consegue fazer piada com a obesidade, com muitos momentos engraçados, nada que te faça rolar no chão de rir, mas diverte. Ainda não me fisgou de vez, vou esperar os próximos episódios.




Boardwalk Empire

Com apenas um episódio exibido, a série já foi renovada para a 2ª temporada, não é pra menos, tem Steve Buscemi no elenco, criado por Terence Winter (responsável por Sopranos) e com Martin Scorsese dirigindo o piloto, a série já é presença garantida no Emmy. Só que não me fisgou completamente, vou deixar ela para o midseason (junto com True Blood, Mad Men e Battlestar Galactica).

The Event

A série que não fez tanto barulho quanto Flashforward se mostra despreocupada com o fardo de ser o novo Lost. Mesmo assim, não consegue se desenvolver perfeitamente em seu piloto, vou ver os próximos episódios.

Só mais uma coisa para falar diretamente às emissoras de TV e aos fãs de seriados: PAREM DE TENTAR ACHAR UM NOVO LOST! A criação de J.J. Abrams foi um acontecimento isolado, não dá pra repetir a mesma formula sempre. Pô, se desse certo usar essa formula direto, Flashforward não teria sido cancelada de forma vergonhosa, Persons Unknown não seria um fiasco e The Event não precisaria se esforçar tanto pra parecer inteligente! Se nem Lost conseguiu se sair bem (vide o laguinho da LUZ interior), o que faz pensar que essas séries se sairiam bem? É como disse a Camis Barbieri: “Conspiração geralmente rende, mas as séries cheias de possibilidades, mundos paralelos e dimensões diferentes que o público tem encarado ultimamente (excluo Fringe da lista) têm decepcionado tanto que talvez esse não tenha sido o melhor momento para lançar outra produção do gênero.”

“The Vampire Diaries” – 2x02: ‘Brave New World’

“Brave New World” não foi tão bom quanto “The Return”, mas teve um show de atuação de uma personagem insuportável.

No episódio anterior, Katherine (Nina Dobrev) surpreende Caroline (Candice Accola) no hospital, e a mata. Entretanto, como ela estava com sangue de vampiro em seu sistema, não demora muito até a loirinha arreganhar as presas e começar a dar chupões bem profundos no pescoço de seja lá quem for que apareça na sua frente. Enquanto isso, vemos Elena (Nina Dobrev) tentando ter uma noite normal, mas, sério, se ela quisesse ter uma noite normal, deveria ter escolhido um namorado que não seja vampiro.

Por falar em frescuras irritantes, temos Jeremy (Steven R. McQueen) todo emburrado por Damon (Ian Somerhalder) quase matá-lo no episódio anterior e, num plano inteligente demais para alguém que deve ser fã do Restart, Jeremy tenta matar Damon, lógico que ele não consegue, provavelmente porque toda essa raiva por Damon na verdade seja uma paixão não correspondida.

Voltando em Caroline, gostei de transformarem ela em vampiro, espero que ela vire uma personagem interessante, por que a atuação de Candice Accola foi boa demais para apenas mais um personagem descartável.

No episódio, ainda teve Tyler (Michael Trevino) e seu tio (Taylor Kinney) e a primeira evidência de que eles são lobisomens, foi muito legal as cenas do tio dando saltos à la O Tigre e o Dragão, mas ainda não vi nada de importante nessa história.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

“Chuck” – 4x01: ‘Chuck versus The Aniversary’

A espera acabou, Chuck volta com novos episódios, e uma nova abordagem.

Chuck (Zachary Levi) se aposentou da vida de espião, quer dizer... só no papel, já que ele e Morgan (Joshua Gomez) começam uma procura incessante à Mary Bartowski (Linda Hamilton), a mãe de Chuck e Ellie (Sarah Lancaster) que era uma espiã quando os dois ainda eram pequenos e, desapareceu sem deixar vestígios. Enquanto isso, Casey (Adam Baldwin) e Sarah (Yvonne Strahovski) investigam a Volkoff, uma companhia russa que tem em mãos uma arma poderosa. E eis que duas histórias aparentemente distintas se fundem com uma naturalidade tremenda.

Logo descobrimos que a Volkoff mantém presa a mamãe Bartowski e que os golpes de karatê de Chuck devem ter sido puxados da mãe (Linda Hamilton ainda tem pique para seus 56 anos).

E como disse, os novos episódios voltaram, e logo podemos perceber os rumos que a nova temporada irá tomar, focando no novo modo de Chuck encarar as situações à sua volta: com esperteza e um pouco de frieza (e não estou falando do frio desgraçado que faz na Rússia).

Ah, e eu descobri bem antes o que vai acontecer com Ellie nesta temporada, clichê descarado, mas não menos interessante.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Outras Séries #01

Como o próprio nome diz, este post falará de algumas outras séries que tenho visto. Então, vamos lá!

Mad Men

Comecei a ver a primeira temporada, após enrolar muito e, assim como Damages e Battlestar Galactica, me arrependi de não ter começado a ver antes.

Pra quem não conhece a série (hey, em que mundo você vive?), Mad Men conta a história de um grupo de publicitários da década de 60, um período de grandes revoluções tecnológicas (o nosso querido Fusca é dessa década), nessa agência de publicidade, temos Don Draper (John Hamm), um publicitário pai de família que tem relações extra-conjugais.

Mad Men é o tipo de série que por mais parada que seja, consegue nos deixar apreensivos com o que pode acontecer, já que as decisões dos personagens afetam diretamente os rumos da história, série super recomendada para quem gosta de um drama.

True Blood

Outra série que enrolei para ver e terminei a 1ª temporada ontem foi True Blood, a série vampiresca com sacanagem durante todos seus 50 minutos não me fisgou totalmente, talvez pelo tanto de expectativa que criei em torno da série, achando que ela era o tipo de série que despertava reflexões sociais, morais e éticas, sendo que na verdade o máximo de profundidade que encontrei na série é algo que não posso falar, pois pode ter criança lendo.

Mesmo assim, a série é boa como entretenimento, você consegue se divertir e muito com as nojeiras e outras coisas bizarras que acontecem em Bon Temps.

Rookie Blue

O Grey’s Anatomy com policiais conquistou seu espaço na TV e na minha lista de séries obrigatórias, Rookie Blue mostra o dia-a-dia de um grupo de policias recém-formados. A série conta com Missy Peregrim (Heroes, Reaper) e Eric Johnson (Smallville).

Faltando ver poucos episódios para o fim da 1ª temporada, vejo que a série se saiu bem, com alguns deslizes, já que com a quantidade de personagens, faltou colocá-los em algo realmente interessante, resta saber se a 2ª temporada vai solucionar esses problemas.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

“The Vampire Diaries” – 2x01: ‘The Return’

The Vampire Diaries retornou com uma 2ª temporada fresquinha e muito mais tensa que a 1ª. Com direito a filhos que acabaram de perder o pai ficando rebeldes, filhos que ficam rebeldes por que não tem nada melhor pra fazer, uma atriz duplicada, gente que morre e ressuscita numa velocidade digna de filmes de terror e, muita, mas muita melação.

Pra quem não se lembra, a temporada anterior terminou com Katherine (Nina Dobrev) dando às caras e causando muitas confusões, incluindo matar John Gilbert (David Anders), ou ao menos tentar. Enquanto isso temos Jeremy (Steven R. McQueen) e seu cabelo mais emo que o de Peter Petrelli em Heroes numa tentativa para virar um vampiro. E tem também Tyler (Michael Trevino) e o inicio da história que ele é um lobisomem, mas, sinceramente, quem se importa com Tyler quando se tem duas Elena’s na cidade?

E no episódio de estréia da nova temporada vemos Caroline (Candice Accola) que, após sofrer um acidente, é salva pelo sangue de Damon (Ian Somerhalder), a pedido de Boonie (Katherina Graham) que tem um leve confronto com Katherine, falando na sósia da Elena, Katherine dá um tapa na cara do publico falando pra Damon que ela não voltou à cidade por causa dele, mas sim por causa de Stefan (Paul Wesley) e, se tem uma coisa que aprendemos na temporada passada é que Damon não é a melhor pessoa do mundo quando está arrasado.

Enfim, The Vampire Diaries voltou com tudo, se sentindo confortável o suficiente para tirar um “Que p*rra é essa?” do publico. Bem-vinda de volta, você fez falta.

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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

“The Big C” – 1x01: ‘Pilot’ e 1x02: ‘Summertime’

Poucas são as produções que conseguem usar o drama do câncer para fazer piada e, quando conseguem, o resultado é catastrófico, quanto à The Big C, a catástrofe em questão passou bem longe dela.

Produzida pela Showtime (responsável pelas ótimas Dexter e United States of Tara), The Big C acompanha Cathy (Laura Linney), uma mãe que vive preocupada com a cor do novo sofá, mas tudo muda quando se descobre com um câncer em fase terminal. E agora, com poucos meses restantes, ela decide dar a volta por cima e segurar as rédeas da situação, dando um jeito no filho (Gabriel Basso) que é o capeta em pessoa, na aluna rebelde (Gabourey Sidibe) que precisa emagrecer e, é claro, no relacionamento turbulento com o marido (Oliver Platt).

Seguindo a linha de United States of Tara, The Big C equilibra humor e drama em doses homeopáticas e certeiras. O assunto em questão é tratado com uma leveza tão grande que você viaja em todo um universo criado pela série.

Mesmo tendo visto apenas dois episódios, a série já figura na minha lista de preferidas e, quem sabe ela apareça na sua lista também.

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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

“Chuck” – A 3ª temporada comentada

Já disse e digo de novo, a 1ª e a 2ª temporada  de Chuck foram horríveis, muitas foram as vezes em que quis desistir da série mas sempre sobrava um resquício de esperança de que tudo melhoraria, depois de muito sofrer e quase ser cancelada, Chuck ganhou uma 3ª temporada e, tipo, nunca tinha visto coisa melhor na TV antes.
                                                   
A verdade é que essas três temporadas podem ser resumidas com apenas uma palavra: evolução. Já falei mil vezes, e falo de novo que esta ultima temporada conseguiu desenvolver seus personagens de forma natural e muito bem amarrada. Quem acreditaria que o Chuck (Zacahry Levi) que conhecemos na 1ª temporada seria capaz de fazer o que fez em “Chuck versus The Nacho Sampler”? Ou que Casey (Adam Baldwin) se tornaria um personagem tão profundo e fascinante?

Enquanto séries como Supernatural dão voltas e mais voltas deixando seus personagens estáticos, cada episódio de Chuck nos presenteava com um elemento a acrescentar na construção dos personagens.

E como não poder esquecer-se de Shaw (Brandon Routh)? O maior vilão que apareceu nestas três temporadas trouxe a tensão para a série. E o núcleo mais dispensável possível da TV conseguiu se tornar menos insuportável: a Buy More exerceu uma função vital para a trama, sendo cenário de muitos acontecimentos.

Tivemos também uma grande participação de Ellie (Sarah Lancaster) e Devon (Ryan McPartlin), não sendo mais o casal de coadjuvantes da seção mamão-com-açucar da série para, em alguns episódios, botar mais lenha na forgueira. Falando em mamão-com-açucar, Chuck e Sarah (Yvonne Strahovski) se acertaram nessa temporada, o que foi bom, acabando com a espera e com aquela enrolação que só faltou criar mofo em volta.

Enfim, a 3ª temporada de Chuck foi uma redenção e nela a série atingiu seu ápice, sabendo evoluir os personagens com competência e amarrando bem as pontas soltas. Bem que algumas séries podiam ser desse jeito...

A 4ª temporada de Chuck estréia dia 20 de setembro nos EUA. Enquanto ela não vem ficamos com a melhor banda de Burbank: Jeffster!!





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quarta-feira, 14 de julho de 2010

“Glee” – 1ª temporada comentada

Antes de começar, devo dizer que analisar a 1ª temporada de Glee é algo complicado, a verdade é que a série oscilou entre o completamente ruim para o empolgante ao longo de 22 episódios.

Para começar, devo dizer que minhas previsões sobre o futuro da série estavam certas, Glee estourou nas paradas com milhares de CDs vendidos e até uma apresentação para o Presidente Obama. Na tentativa de conseguir público, Glee mandou bem, agora a tentativa de escrever roteiros coerentes...

A temporada foi uma sucessão de coadjuvantes mal explorados que só servem para cantar a nota mais alta, histórias sem nexo e completamente exageradas. Os episódios 6 (“Vitamin D”), 15 (“The Power of Madonna”) e 20 (“Theatrically”) foram desastrosos. Em “Vitamin D”, Terri (Jessalyn Gilsig) se tornar uma enfermeira da noite para o dia é mais forçado que Legendários. No caso de “The Power of Madonna”, do nada uma escola que vive cortando despesas consegue orçamento para uma superprodução que foi o clipe de Sue Sylvester (Jane Lynch) cantando “Vogue”. Já “Theatrically” quer que acreditemos que um diretor em sã consciência proíba uma aluna de se vestir como gótica, mas não vê problema em ver outras alunas se vestirem que nem a Lady GaGa.

Tudo bem que há toda a questão de que Glee não é uma série para se levar a sério, mas isso não significa que precisa ser incoerente e absurdo. Supernatural e True Blood são séries que nunca se levaram a sério, mas sempre foram coerentes em seus episódios.

Como disse antes, ela oscilou entre o ruim e o bom, com relação aos acertos, posso citá-los com apenas um nome: Sue Sylvester. A antagonista com a língua mais afiada da TV, a atuação de Jane Lynch carregou a série nos ombros, cada cena com ela era a certeza de boas risadas. Todos os personagens tiveram seus bons momentos, Emma (Jayma Mays) roubou grande parte das cenas que participou. Kurt (Chris Colfer) e Quinn (Dianna Agron) deram um show nas cenas dramáticas e até Rachel (Lea Michele) roubou a cena em “Laryngitis”.

Apesar de todos os problemas, Glee conquistou muito mais que o suficiente para se firmar na televisão com apenas uma temporada. Por causa disso, já merece aplausos.

Glee retorna com os episódios da 2ª temporada dia 21 de Setembro, e o Série Comentada estará de olho!

sábado, 3 de julho de 2010

“Supernatural” – 5ª temporada comentada

Enquanto muitos falam que a 5ª temporada de Supernatural foi a melhor, eu digo que ela foi a pior.

Vamos recapitular todas as temporadas, a 1ª trouxe o universo em que a série se desenvolverá, a 2ª trouxe os soldados de Azazel que abrirão as portas do inferno, a 3ª trouxe Ruby (Katie Cassidy) e sua carinha de santa, a 4ª temporada da série mostra que Ruby (interpretada na temporada pela péssima Genevieve Cortese) é uma vaca e só queria libertar Lúcifer.

Todas as temporadas anteriores foram a preparação para algo grandioso: o Apocalipse. Tamanha expectativa caiu sobre terra transformando-se ainda em algo grandioso, mas no caso era raiva e tédio.

Esperava que esta 5ª temporada teria muita ação e uma história boa que conseguiria ter fôlego para render uma temporada, mas vi uma tremenda encheção de lingüiça.

Tivemos histórias dispensáveis o suficiente para fazer umas 15 séries sobre elas. Pra que serviu a Paris Hilton no 5º episódio? O menino que é filho de um demônio (6º episódio)? E o bruxo que rejuvenescia as pessoas (7º episódio)? Pra que mostrar uma convenção de fãs de Supernatural (9º episódio)? Ou a história do hospital psiquiátrico (11º episódio)? E muitos outros episódios que não acrescentam nem 1% para a trama da temporada.

Entretanto, as histórias paralelas foram boas, o que aconteceu é que tirou os holofotes que uma história importante como o Apocalipse precisa, deixando-a em segundo plano e, quando o Apocalipse chegou de verdade, pareceu mais apenas um episódio isolado sem importância nenhuma.

Espero que a 6ª temporada seja melhor.


segunda-feira, 28 de junho de 2010

"The Vampire Diaries" - 1ª temporada comentada

A temporada tem 22 episódios, mas antes que o blog fique mais desatualizado que já está, vou partir para o que interessa: os comentários gerais da 1ª temporada de The Vampire Diaries.

 É impossível negar o fato de que The Vampire Diaries só teve o sucesso que teve por causa de toda a moda com os vampiros, mesmo assim, isso não quer dizer que todo o fruto de um hype seja ruim, The Vampire Diaries afirma isso. 


A 1ª temporada da série foi praticamente impecável, com alguns deslizes que não prejudicam em nada a série. Como por exemplo: pra que raios serviu o romancezinho entre Matt (Zach Roerig) e Caroline (Candice Accola)? Ou aquela história da mãe relapsa de Matt? Pra quê aquela história da Lexie (Arielle Kebbel) e do namorado dela (Brandon Quinn)? 
Tudo isso já citado é até perdoável tratando-se de uma temporada de 22 episódios, a história principal precisa ser bem distribuída entre os episódios pra prender a atenção do publico, e todas as tramas paralelas? Ora, eram apenas pra passar o tempo (também conhecido como episódio enche-lingüiça, formula consagrada por Supernatural). Vale lembrar que por mais dispensáveis que elas sejam, as tramas paralelas não são menos interessantes. 

Com relação aos pontos positivos da temporada, eles se resumem a um personagem: Damon (Ian Somerhalder), o sex appeal do personagem funcionou direitinho, já que basta um jeitinho cafajeste para cair no gosto da mulherada. Mas Damon não é apenas um jeito cafajeste, muito menos um rostinho bonito, é um personagem com uma tridimensionalidade que jamais vi em uma série teen, se nos 5 primeiros episódios da temporada ele era o vilão, no (“Haunted”) ele é o herói, voltando à ser o cafajeste e traíra no . É isso, um personagem que oscila entre o bom e o mal, entre o amável e o odiado só poderia cativar o publico que se pergunta: “Qual será a próxima façanha de Damon?”. Ian Somerhalder fez um trabalho incrível ao compor Damon.

 Quem também deu um show foi Nina Dobrev (Elena) e Paul Wesley (Stefan), este segundo provou que eu estava errado, ao dizer que ele era inexpressivo.


 Pior Episódio: 1x11 – “Bloodlines”

Qual é, pra você, o pior e o melhor episódio da 1ª temporada de The Vampire Diaries? Deixe sua opinião nos comentários!

terça-feira, 22 de junho de 2010

“Glee” – 1x20 ao 1x22

Promessa é divida: O 20º e o 21º episódio de Glee comentados e resumidos, de bônus ainda tem o 22º, o episódio que encerra a 1ª temporada da série.

1x20: “Theatrically” – Um episódio que presta uma bela de uma homenagem à Lady Gaga, com direito a uma bela apresentação de “Poker Face”, sucesso da cantora. Também vemos no episódio um maior destaque à homossexualidade de Kurt (Chris Colfer), numa cena entre ele, seu pai e Finn (Cory Montheith), mostrando que a série pode sim escrever um texto decente. Entretanto, foi um episódio exagerado ao máximo.

1x21: “Funk” – o Adrenalina Vocal começa a intimidar o clube Glee dias antes das regionais, fazendo com que uma onda de depressão tome conta da escola, incluindo a intocável Sue (Jane Lynch). O estilo musical intitulado Funk é introduzido para levantar a moral do pessoal. Um episódio bastante divertido, com alguns deslizes, mas soube cumprir seu papel contando mais a história de Quinn (Dianna Agron), apagada até antes na história.

1x22: “Jorney (Season Finale)” – O fim da 1ª temporada de Glee foi muito bom, mesmo já tendo uma idéia de como a temporada iria terminar, entretanto, o episódio contou com cenas ótimas, com destaque para a cena de Will (Matthew Morrisson) em seu carro e o Adrenalina Vocal se apresentando nas Regionais num paralelo com a cena que encerra a história de Quinn.

Em breve os comentários gerais da 1ª temporada.

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